

Ante la reciente masacre en la que, hasta el momento, fueron asesinadas más de 130 personas en condiciones de opacidad y arbitrariedad, expresamos nuestra solidaridad con toda la clase trabajadora de Río de Janeiro y con las familias que hoy sufren dolorosamente.
Entendemos que esto no es un hecho aislado, sino la expresión más brutal y descarnada de la democracia burguesa. Una guerra permanente declarada por el Estado capitalista contra la clase trabajadora, utilizando diversas excusas.
El gobierno de Claudio Castro, aliado de la extrema derecha bolsonarista, calificó de todo un «éxito» a esta operación, revelando el carácter de clase: para la burguesía, el exterminio de nuestra juventud es una política de Estado legítima. Castro y su base en el parlamento no solamente promueven las masacres, sino que también están reactivando en la Asamblea Legislativa del Estado de Río de Janeiro el «bono del lejano oeste», una política que existió en la década de 1990 en Río de Janeiro y que fue rechazada enérgicamente por los movimientos sociales. Bajo esta política, los policías recibían hasta un 150% más de salario si cometían asesinatos.
Esta masacre se enmarca en una ofensiva reaccionaria que busca, de cara a las elecciones de 2026, crear un clima político de terror que justifique una mayor intervención del imperialismo estadounidense en la región y profundice los ataques contra las condiciones de vida de los trabajadores. La llamada «guerra a las drogas» es una herramienta para legitimar la ejecución sumaria de los trabajadores precarizados y evitar la posibilidad de organizaciones clasistas sólidas.
Ante esta barbarie la única respuesta posible es la organización y la movilización de la clase trabajadora.
¡Por el fin inmediato del terrorismo de Estado!
¡Por la paz en Río de Janeiro, en Brasil y en Nuestra América!
Pronunciamento sobre o massacre do Rio de Janeiro
Diante do recente massacre no qual, até o momento, mais de 130 pessoas foram assassinadas em condições de opacidade e arbitrariedade, expressamos nossa solidariedade a toda classe trabalhadora do Rio de Janeiro e às famílias que hoje sofrem dolorosamente.
Entendemos que isso não é um fato isolado, mas a expressão mais brutal e escancarada da democracia burguesa. Uma guerra permanente declarada pelo Estado capitalista contra a classe trabalhadora, usando as mais diversas desculpas.
O governo de Cláudio Castro, aliado da extrema direita bolsonarista, qualificou a operação como um verdadeiro “sucesso” revelando o seu caráter de classe: para a burguesia, o extermínio da nossa juventude é uma política de Estado legítima. Castro e sua base no parlamento não só promovem os massacres, como também estão reativando na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro a “gratificação faroeste”, uma política que existiu na década de 1990 no Rio de Janeiro e que foi energeticamente rejeitada pelos movimentos sociais. Sob essa política, os policiais recebiam até 150% a mais de salário se cometessem assassinatos.
Este massacre se insere em uma ofensiva reacionária que busca, de olho nas eleições de 2026, criar um clima político de terror para justificar uma maior intervenção do imperialismo estadunidense na região e aprofundar os ataques contra as condições de vida dos trabalhadores. A chamada “guerra às drogas” é uma ferramenta para legitimar a execução sumária de trabalhadores precarizados e evitar a possibilidade de organizações classistas sólidas.
Diante desta barbárie, a única resposta possível é a organização e a mobilização da classe trabalhadora.
Pelo fim imediato do terrorismo de Estado!
Pela paz no Rio de Janeiro, no Brasil e em Nossa América!